Ajudar a Luana, 1 ano de Neuromodelação: 12 000 euros
11%

€1 757 arrecadados de 12 mil

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Ajudar a Luana, 1 ano de Neuromodelação: 12 000 euros

História

A Lara era uma menina saudável e cheia de energia até aos seus 18 meses. Mas, em 2022, a nossa vida mudou para sempre. A Lara sofreu uma convulsão grave, seguida de duas paragens cardiorrespiratórias. Apesar de ter sobrevivido, um verdadeiro milagre, ficou com uma lesão central que transformou completamente o seu desenvolvimento. A partir desse momento, começámos uma nova caminhada, cheia de desafios, mas também de força, amor e superação. Hoje, a Lara é uma menina especial que exige cuidados constantes, mas que continua a iluminar o nosso mundo com a sua presença. A Lara é uma menina que infelizmente não anda, não fala, é alimentada por sonda e tem uma incapacidade de 95%. Eu como mãe da Lara faço sempre o que posso para garantir o conforto, segurança e qualidade de vida da minha princesa. Só que neste momento chegamos a um ponto em que já não conseguimos fazer tudo apenas com força de vontade. O transporte tornou-se um grande obstáculo. Para que a Lara consiga ir às consultas, terapias e até ter pequenos momentos de lazer, precisamos de uma carrinha adaptada. Uma viatura que permita transportar a cadeira de rodas de forma segura e que devolva à família alguma autonomia e tranquilidade no nosso dia a dia. O valor é alto e está muito além das nossas possibilidades. Por isso, estamos aqui, com humildade, a pedir ajuda. Qualquer contribuição, mesmo pequena, faz toda a diferença. E se não puder doar, partilhar esta campanha já ajuda imenso. Agradecemos de coração a quem puder apoiar. A vossa ajuda aproxima a Lara de uma vida mais digna, confortável e cheia de possibilidades.

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Ajudar a Luana, 1 ano de Neuromodelação: 12 000 euros

Doação protegida
🙏 Ajudar a Luana, 1 ano de Neuromodelação: 12 000 euros Luana Cardoso, de 26 anos, enfrenta uma corrida contra o tempo após uma década de sofrimento que a levou à imobilidade numa cama. Após uma década de sofrimento que a levou à imobilidade, um procedimento inovador de neuromodulação está finalmente a atenuar a dor neuropática que a paralisou, mas a falta de recursos financeiros ameaça interromper o tratamento. Com um custo superior a 1.000€ mensais, a família de Barcelos lança um apelo: sem ajuda, a Luana corre o risco de perder o progresso que a tirou do estado de acamada. O Ciclo da Doença: De 10 anos de dor ao isolamento total O que começou com uma entorse num treino de judo há 10 anos evoluiu para uma Algoneurodistrofia severa. A doença não só roubou a juventude da Luana, como a forçou a uma regressão cruel: primeiro as canadianas, depois a cadeira de rodas e, finalmente, o isolamento de estar 100% acamada. A reviravolta aconteceu a 1 de fevereiro de 2026, na Universidade do Minho. Através da técnica de Neuromodulação Central e Periférica do médico brasileiro Dr. Sidney Strey, acompanhada agora pela Dra. Catarina Marques, a Luana viu a dor diminuir de forma inédita. O resultado é visível: pela primeira vez em anos, a Luana consegue sentar-se quase todos os dias durante algumas horas. O tratamento está a "reeducar" o seu sistema nervoso, mas a sua interrupção agora significaria um retrocesso catastrófico para o estado de imobilidade e dores exacerbadas. A vida da família gravita em torno dos cuidados da Luana. A mãe é a sua cuidadora a tempo inteiro, assumindo funções que a doença roubou à filha: é ela quem a alimenta, veste, assegura a higiene pessoal, administra a medicação e faz as transferências dolorosas da cama para a cadeira de rodas. Com apenas o pai a trabalhar e a mãe dedicada exclusivamente à Luana, o encargo financeiro do novo tratamento — superior a 1.000€ por mês — tornou-se insustentável. A Algoneurodistrofia, também conhecida como Síndrome de Dor Regional Complexa (SDRC), é uma condição neurológica crónica e debilitante que ocorre frequentemente após uma lesão ou trauma. Carateriza-se por um "curto-circuito" no sistema nervoso, que passa a enviar sinais de dor persistente e desproporcional ao cérebro, acompanhados por alterações na circulação, temperatura e sensibilidade da zona afetada. No caso da Luana, a doença evoluiu para um estado de hipersensibilidade extrema onde o mais leve toque é interpretado pelo corpo como uma dor insuportável, resultando na paralisia progressiva que a manteve refém da própria cama durante uma década. 🙏 Doe qualquer quantia que puder.

Organizador

Raquel Ferreira
Organizador
São Pedro da Cova, 13
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